Cinquenta + 10 Anos de História do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso

Cinquenta + 10 Anos de História do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso

13 + 10 Anos de História Prefácio “Administrar a coisa pública não é atividade de senhor de coisa própria e, sim, de gestor de coisa alheia” (Ministro emérito do STF Ayres Britto) Este livro conta a trajetória de uma instituição republicana que vem se reinventando nos últimos 10 anos. Mas se trata também de uma publicação que preserva a rica história construída nos outros 50 anos de sua existência e que já tinha sido registrada na excelente edição alusiva ao cinquentenário. Fala agora, e principalmente, de uma instituição que optou pela modernidade e pela modernização, quais sejam o de estar antenada com os anseios maiores da atualidade e o de buscar as transformações gerenciais, tecnológicas, culturais e sociais necessárias. Mostra como o Tribunal de Contas de Mato Grosso tem perseguido a excelência na sua atuação, de tal sorte que já é uma instituição de referência no âmbito do controle externo nacional. Condição com- provada pelo fato de ter recebido visitas técnicas de representantes de praticamente todos os Tribunais de Contas brasileiros e até de órgãos de controle de outros países interessados em conhecer as suas práticas, procedimentos e inovações. Como conselheiro do TCE-MT, parte desta história desde o ano 2000, tive a honra e o orgulho de ajudar a conceber, empreender e praticar tal reinvenção, cujo passo inicial foi a opção pelo modelo de administração gerencial. Decisão levada a cabo com determinação e coerência, tanto que já estamos no ciclo de um segundo planejamento estratégico de longo prazo. O primeiro, para o período de 2006-2011. O segundo, para o período de 2012-2017. O êxito alcançado passa exatamente por essa filosofia, pois se deixou de gerenciar o Tribunal de Contas conforme olhar pessoal e imediato de um gestor e se submeteu a um plano concebido para perpassar até três gestões administrativas. As marcas dessa revolução foram o aperfeiçoamento das atividades de auditoria, fiscalização e julga- mento da gestão dos recursos públicos; a fidelidade no cumprimento de prazos; o foco na relevância e conco- mitância entre o feito e a auditoria; o crivo sobre os resultados das políticas públicas; a capacitação permanente dos quadros técnicos e dos integrantes da Corte; a comunicação fluente com os vários públicos da sua malha de relacionamento; a transparência nas ações; a edificação de estruturas condignas para o trabalho; e o inves- timento maciço no parque tecnológico e em sistemas para dar suporte e resposta às metas estabelecidas.

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