A era do cidadão
A era do cidadão – A experiência do Tribunal de Contas de Mato Grosso produz e realiza converge e se orienta para a sessão. Dela, portando, deveriam nascer os produtos e as ações de comunicação, notada- mente porque se tratavam de decisões, de atitudes tomadas. Os ser- viços que seriam desenvolvidos e oferecidos a partir desse manancial passou a ser coordenado pelo núcleo de imprensa, ou comunicação externa, pela relação direta com a sociedade em geral. Também se voltou os olhos para os servidores da institui- ção, considerando a importância do componente humano. Assim, também para esse aspecto se elegeram prioridades e mecanismos de ação, com a criação do núcleo de comunicação interna. A meta era conseguiu dialogar com os servidores, atendendo inicialmente às demandas dos setores de gestão de pessoas e de apoio humano. Importante destacar que o setor de comunicação sempre funciona- rá como meio de campo, não realizando a esmagadora maioria das ações que divulga. Deve estar sempre atendendo ou intermediando relacionamento entre emissor e público-alvo. Depende, portanto, da produção de outros setores. É aliado, jamais concorrente. A comu- nicação interna atua como ponte entre a direção da corporação e o conjunto de colaboradores e também na interação entre as equipes dos vários departamentos. Finalmente, foi tratado, com a importância de um núcleo, o setor de propaganda, que já vinha funcionando com muita eficiência desde as gestões anteriores. Esse núcleo foi orientado a atender à demanda da comunicação interna, notadamente aqueles serviços de menor complexidade e que passariam a ser rotinizados como jor- nal mensal, jornal mural, peças gráficas para campanhas internas de motivação e qualidade de vida etc. Com a licitação da agência de pu- blicidade, o núcleo também ajudaria na supervisão do contrato e no relacionamento com a empresa que cuidaria da produção de serviços de maior complexidade e mídia. Essa estrutura, que conta com o cargo de assessor de comu- nicação social e três cargos de chefes de núcleos para os setores de Imprensa/Comunicação Externa, de Comunicação Interna e de Pu- blicidade, foi desenhada nos primeiros dias da gestão do conselhei- ro Antonio Joaquim. Foi anunciada como provisória, já que desde o começo havia o entendimento de que era necessária a definição de uma política de comunicação, e que dela se consolidaria estrutura, públicos, posicionamentos etc. Na aprovação pelos conselheiros da Miolo_03.indd 34 09/11/2009
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