Além do Olhar: relatos e trajetórias dos servidores e colaboradores do Tribunal de Contas

Além do Olhar: relatos e trajetórias dos servidores e colaboradores do Tribunal de Contas

19 corredores, saguões, área externa e subsolo. O segundo turno se encerra às 22h e Lindalva está pelo Tribunal de Conta garan- tindo, além da limpeza de cada setor, que os equipamentos eletrônicos como ares- -condicionados e lâmpadas, estejam devi- damente desligados. A proximidade com tantas realidades distintas e, algumas vezes, similares as suas, faz com que ela, ao longo destes anos, vi- vencie parte da experiência pessoal de cada um dos funcionários que também prestam serviços ao Tribunal de Contas. Lindalva, Dalva ou Linda, como é chamada, diz que se sente um pouco mãe de todos os que passam pela sua sala na Zeladoria, local que resguarda parte de sua história em fotogra- fias, notas, rabiscos e orações espalhadas sobre a mesa e pelo mural. “As vezes nós ganiza as chaves de cada sala ou unidade que receberá o primeiro turno da equipe de limpeza. Às 6h distribui as equipes entre o Sede Administrativa, o Edifício Marechal Rondon e a Escola Superior de Contas; abre as relatorias e segue verificando a limpeza dos setores já concluídos, inspe- cionando o material higiênico em todos os banheiros. Também pela manhã, Lindalva recebe e orienta parte dos 108 fun- cionários - motoristas, garçons, re- cepcionistas, agentes de portaria e agentes de limpeza -, responsáveis por manter a ordem e a higienização no ambiente de trabalho. “A nossa função é muito importante, e eu me considero, juntamente com minha equipe, uma parte fundamental do Tribu- nal de Contas porque proporcionamos um ambiente saudável para que outros possam trabalhar e desempenhar suas funções”, ex- pressa ela com orgulho. À tarde, precisamente às 15h, a rotina se reinicia com a chegada de outra parte da equipe de limpeza. E seguem com a lida dos “Esta é minha segunda família e o meu trabalho é minha segunda casa” Da sala estreita da Zeladoria, Lindalva conta sua história que se mistura com a história do TCE somos atingidos pelos problemas que os funcionários trazem de casa e acabamos nos envolvendo, conversando, escutando. Esta é minha segunda família e o meu traba- lho é minha segunda casa”, conclui vaidosa. Publicada na Intranet em 16/5/2016

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