Além do Olhar: relatos e trajetórias dos servidores e colaboradores do Tribunal de Contas

Além do Olhar: relatos e trajetórias dos servidores e colaboradores do Tribunal de Contas

68 meu sobrinho. Comprava boxes de DVDs para ele, porque eu achava mais sadio ele gostar de séries do que ele querer sair, beber, essas coisas ‘comuns’ de adolescente”, descreve. Seu próximo objetivo é o de ir ao CCXP, em San Diego, onde toda essa celebração geek começou. A oportunidade já passou raspando quando ela fez um intercâmbio de três semanas para estudar inglês nos Estados Unidos, sempre acompanhada do sobrinho. Mas os ingressos esgotaram emminutos e os pacotes custavam pequenas fortunas que ela não esteve disposta a pagar. Ela prefere investir em camisetas com símbolos de super heróis, perucas, sabres e miniaturas de colecionador, como os 60 capacetes que possui dos jedi e dos sith. Atualmente, Rosiane está reformando sua sala de visitas para deixar esse material mais visível a quem quiser. A servidora da Secretaria adjunta de ava- liação de qualidade das atividades de controle externo, apesar de sua independência con- quistada, faz sempre questão de estar rodeada de seus entes queridos, amigos de longa data e familiares. De preferência. falando sobre po- lítica, futebol e Corinthians, ou, simplesmente, falando, como uma boa geminiana. Rosiane, mais conhecida como “Teka”, está plena dian- te dos seus 42 anos que se aproximam. Ela declara seu amor pela profissão e pelo Tribunal de Contas, ao revelar que mesmo daqui muito tempo pretende exercer essa função que é muito recompensadora. “Gos- to muito de trabalhar com isso, nós temos o poder de transformar a vida das pessoas pra melhor. Acredito muito nas políticas públicas e no papel do Estado porque eu sempre es- tudei utilizei este sistema e devo o que sou a ele, então penso que agora é minha vez de contribuir diretamente para provocar essa melhoria para a sociedade”, conclui. Apesar de gostar muito de outras galá- xias, outros universos e mundos, Teka apre- cia muito mais as experiências que vivencia no aqui e no agora; adora os momentos re- pletos de risada fácil e de viagens inesque- cíveis ao lado do sobrinho e da irmã. “Tem que fazer valer a pena, eu gosto de aprovei- tar o momento, agir sobre o agora. Não vou deixar para comemorar a vida depois, será mesmo que chegarei aos 50? O caminho tem que ser feliz, tem que ter propósito. E eu acredito que meu propósito de vida es- tou cumprindo e tento fazer com bastante vontade, não quero passar em branco não”, atesta. Como ensina a personagem do mes- tre Yoda, sem o medo, “que é o caminho para o lado negro”, ela escreve seus enredos simples e otimistas, com os finais felizes de quase sempre; todos os dias. Publicada na Intranet em 2/6/2017 “Gosto muito de trabalhar com isso, nós temos o poder de transformar a vida das pessoas pra melhor”

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