Aprender, compartilhar: síntese das apresentações do 1º Laboratório de Boas Práticas de Controle Externo
177 Cuiabá-MT, 3 e 4 de setembro de 2018 às aplicações, tais como o credenciamento, os formulários de Autorização de Aplicação e Resgate (APR), os atestados para as aplicações com prazo para desinvestimento, as Políticas de Investimento, as deliberações pelo Comitê de Investimento, a motivação do ato e os estudos preliminares. Abordou-se a metodologia de caracterização da exposição temerária dos recursos previdenciários aplicados em fundos de investimento, que se baseia na verificação do cumprimento dos citados procedimentos prévios e nos seguintes: • assunção de riscos que excedem os do mercado financeiro; • constatação das circunstâncias que agravam a irregularidade; e • cálculo do decorrente dano ao erário. Ainda, quanto às auditorias em fundos de inves- timento, apresentou-se as trilhas de investimentos trazidas pelo sistema Business Intelligence (BI) , uma das principais ferramentas utilizadas pela Secex de Previdência para a consolidação de informações e exibição de situações como, por exemplo, a com- paração entre o percentual aplicado e os limites permitidos por fundo, e a distribuição geográfica das aplicações dos RPPS: Fonte: Sistema BI
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