Aprender, compartilhar: síntese das apresentações do 1º Laboratório de Boas Práticas de Controle Externo
193 Cuiabá-MT, 3 e 4 de setembro de 2018 Unidade Responsável: Secretaria de Auditoria (SEAUD) tarsila@tc.df.gov.br Palestrante: Tarsila Firmino Ely Tramontin Batista Auditor de Controle Externo Slides: http://boaspraticas.tce.mt.gov.br/ wp-content/uploads/2018/09/1.-TC- DF-Classificac%CC%A7a%CC%83o- de-risco-urge%CC%82ncias- e-emerge%CC%82ncias-da- sau%CC%81de-pu%CC%81blica-do- DF-Tarsila-Ely.pdf Vídeo da entrevista: https://www.youtube.com/watch?v= AwiYC_322RA&index=59&t=0s&list =PLKpDaRgv4cYkHPmu5ddcGx K0EFB3GrSSm 55 Acolhimento com classificação de risco nas urgências e emergências da rede pública de saúde do DF DESCRIÇÃO A auditoria operacional aqui tratada foi realizada no âmbito da Secre- taria de Estado da Saúde do Distrito Federal, tendo como objeto a imple- mentação do Acolhimento com Classificação de Risco para atendimento à população nas unidades de Atendimento às Urgências e Emergências na Rede Pública de Saúde Distrital. No atual cenário em que se encontram os serviços de urgência e emergência das unidades hospitalares distritais, caracterizados pela so- brecarregada demanda em contraposição à oferta insuficiente, é impres- cindível que a ordem de atendimento observe a gravidade clínica dos pacientes, sendo os casos mais graves socorridos mais precocemente. Nesse sentido, torna-se essencial um sistema de classificação de ris- co implementado para assegurar que esses doentes sejam observados por ordem de necessidade clínica, e não simplesmente por ordem de chegada. Nesse contexto, a Secretaria de Saúde adota o Protocolo Manchester, que consiste na padronização do fluxo de atendimento dos pacientes, atribuindo a cada um deles uma das seguintes cores: vermelho, laranja, amarelo, verde e azul, respectivamente do mais grave ao menos urgente. Assim, o Acolhimento com Classificação de Risco consiste na re- cepção humanizada do usuário nos serviços de urgência e emergência
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