Aprender, compartilhar: síntese das apresentações do 1º Laboratório de Boas Práticas de Controle Externo

Aprender, compartilhar: síntese das apresentações do 1º Laboratório de Boas Práticas de Controle Externo

46 Aprender, compartilhar e multiplicar: síntese das apresentações do 1º Laboratório de Boas Práticas de Controle Externo Cada fator integrante do IRIS é formado por uma ou mais tipologias. Um fator é acionado caso ao menos uma das tipologias que o compõe seja detectada. A cada um dos fatores do IRIS foi associado um peso proporcional ao nível de risco que a sua presença acrescentaria ao contrato sob análise. Estes pesos foram definidos aplicando-se a metodologia AHP ( Analytical Hierachy Process ), por meio da qual o risco relativo entre os fatores foi extraído de questionários aplicados a auditores do TCE‑RJ, de modo a capturar a expertise desses profissionais. Neste sentido, os pesos dos fatores, somados, atingem 100% e já incorporam a percepção de risco dos especialistas, não só de forma indi- vidualizada, como também, na presença de outros fatores. Portanto, o valor do IRIS calculado para um contrato corresponde a uma soma ponderada dos fatores nele detectados pelos pesos atribuídos a esses fatores. Considerando que existem fatores mutuamente excludentes, não existe a possibilidade de todos estarem presentes num mesmo contrato, razão pela qual a pontuação do IRIS jamais atingirá o valor 1,00. Na presente versão do IRIS, o valor máximo que um contrato pode atingir é de 0,52. No entanto, um contrato que tenha obtido valor superior a 0,10 já pode ser considerado como sendo de risco elevado. Atualmente o IRIS está materializado sob a forma de uma planilha que contém, no mínimo, as seguintes informações: a. a unidade gestora; b. o município ou órgão estadual; c. a empresa contratada; d. o valor do contrato; e. o valor total do indicador IRIS para o contrato; f. o valor do IRIS em cada fator integrante do indicador e, por sua vez, em cada tipologia.

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