Aprender, compartilhar: síntese das apresentações do 1º Laboratório de Boas Práticas de Controle Externo

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53 Cuiabá-MT, 3 e 4 de setembro de 2018 Tribunal de Contas da União Secretaria de Controle Externo no Estado de Mato Grosso (Secex-MT) cavalcantiag@tcu.gov.br Palestrante: Alexandre Giraux Cavalcanti Auditor Federal de Controle Externo e Secretário da Secex-MT Slides: http://boaspraticas.tce.mt.gov.br/ wp-content/uploads/2018/09/TCU- Estrate%CC%81gia-para-alavancar- resultados-Alexandre-Giraux.pdf Vídeo da entrevista: https://www.youtube.com/ watch?v=Opev5pZRFRM&t=10s 12 Estratégia de controle para alavancar resultados DESCRIÇÃO E OBJETIVO O objetivo deste trabalho é apresentar a lógica utilizada pelo TCU para selecionar objetos e ações de controle e para direcionar o processo de definição de áreas e trabalhos prioritários de fiscalização. Aliado a isso, pretende-se expor a estratégia de controle utilizada pela Secex-MT para almejar o aprimoramento dos resultados de suas unidades jurisdicionadas de âmbito nacional. De acordo com o documento elaborado pela Secretaria de Métodos e Suporte ao Controle Externo do Tribunal de Contas da União (Semec/ TCU) em 2016, Orientações para Seleção de Objetos e Ações de Con- trole, cujo excerto do infográfico está inserido na figura ao lado, para ser bem-sucedido, o processo de seleção de objetos e ações de con- trole deve ser pautado por critérios de risco, materialidade, relevância e oportunidade, conforme está previsto no art. 19 da Resolução TCU 269/2015, que trata do Sistema de Planejamento e Gestão da Estratégia do Tribunal de Contas da União. Além disso, a seleção de áreas nas quais o controle atuará deve considerar o processo de planejamento estratégico, pois o processo de seleção é orientado por escolhas fundamentais, que definem a alocação de recursos e diretrizes de atuação da EFS (TCU, 2010, p. 15). Isso se encontra disciplinado na Resolução TCU 269/2015, §1º do art. 6º, que

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