Aprender, compartilhar: síntese das apresentações do 1º Laboratório de Boas Práticas de Controle Externo
54 Aprender, compartilhar e multiplicar: síntese das apresentações do 1º Laboratório de Boas Práticas de Controle Externo executados, a fim de que os caminhos da institui- ção sejam bem direcionados. No que tange aos indicadores, como a base de toda estratégia de controle é a medição dos resultados, precisa-se ter confiabilidade e sensibilidade para aferir os avanços da instituição avaliada. Outro ponto importante, logo de início, foi o alinhamento conceitual entre os auditores e a estabelece que o Plano de Controle Externo deve conter linhas de ação consoantes com o Plano Estratégico, que orientem as atividades de controle externo do Tribunal. No âmbito da Secex-MT, existem três unidades jurisdicionadas nacionais (Funa- sa, Funai e Sesai). Iniciou-se um projeto piloto na Funasa em que se desenhou uma estratégia de controle voltada para um ciclo anual de análise de resultados. O ponto cen- tral dessa avaliação é o exame de prestação de contas. Ao longo do ano, pretende-se utilizar como importante fonte de informa- ções para essa análise o acompanhamento do Comitê de Governança, Riscos e Contro- les, previsto na Instrução Normativa Conjun- ta CGU e MPOG nº 1/2016 e pelo Decreto 9.203/2017. Nessa linha de trabalho, existem alguns aspectos que são básicos para a lógica dessa atuação: a análise do planejamento estratégico e a verificação da consistência dos indicadores de desempenho. Ao examinar a estratégia, é impor- tante criticar a coerência entre a missão e obje- tivos da instituição e os planos para alcançá-los. Esse deve ser um dos primeiros trabalhos a serem
RkJQdWJsaXNoZXIy Mjc3OTE=