Avaliação de controles internos: frotas públicas

Avaliação de controles internos: frotas públicas

104 | Avaliação de Controles Internos: Frotas Públicas – Gabriel Liberato Lopes e Richard Maciel de Sá Avaliação do Risco Inerente Formato do risco: <descrição da causa do risco> levando a <evento de risco> com consequente <consequência do risco> ID Riscos Probab. Impacto Nível Definição R#16 Ausência de Plano de Manutenção de Operação, Pla- no de Manutenção Preventiva, registro de solicitação, autorização e execução dos serviços de manutenção , levando à incapacidade para detectar falhas ou defeitos mecânicos nos ETs de forma célere; ocorrência de de­ feitos mecânicos por falta de manutenção preventiva; desconhecimento das informações sobre a demanda e os serviços de manutenção executados nos ETs, com consequente ocorrência de falhas ou defeitos mecâni­ cos nos ETs não detectados tempestivamente ou por falta de manutenção preventiva, elevando a taxa de in­ disponibilidade da frota; impossibilidade de se avaliar os gastos com manutenção da frota total e por ET. 5 5 25 Extremo R#17 Falta de rotina de registro do tempo de execução dos serviços de manutenção realizados na oficina própria , levando ao desconhecimento da produtividade da mão de obra utilizada na oficina própria, com conse­ quente impossibilidade de se avaliar a produtividade da mão de obra e, por consequência, do custo por ET dos serviços de manutenção realizados na oficina própria. 4 3 12 Alto R#18 Falta de controle de movimentação (entrada/saída) de materiais no almoxarifado da frota , levando à movimentação de materiais sem o devido registro de entrada/saída nos estoques, com consequente desvio de peças automotivas ou de outros materiais do almoxari­ fado; impossibilidade de se gerenciar de forma eficiente os estoques de materiais, ou definir o ponto de reposi­ ção de estoque, sua rotatividade e seu custo. 4 3 12 Alto Fonte: Elaboração própria com base nos preceitos do RCA do TCU.

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