Avaliação de controles internos: frotas públicas

Avaliação de controles internos: frotas públicas

Avaliação de Controles Internos: Frotas Públicas – Gabriel Liberato Lopes e Richard Maciel de Sá | 127 6.4.2 Avaliação dos Riscos da Gestão Técnico-Econômica da Frota A análise de risco da gestão técnico-econômica foi realiza- da utilizando-se as tabelas já apresentadas em capítulo anterior, resultando nos níveis de risco apresentados a seguir: Quadro 12 – Avaliação dos riscos da gestão técnico-econômica da frota Avaliação do Risco Inerente Formato do risco: <descrição da causa do risco> levando a <evento de risco> com conse- quente <consequência do risco> ID Riscos Probab. Impacto Nível Definição R#19 Não contabilização dos custos operacionais da frota, a partir de um Plano de Contas estruturado para identificar os tipos de despesas e os centros de custos , levando ao desconhecimento dos custos operacionais da frota, com consequente impossibilida­ de de se avaliar os custos operacionais da frota. 5 4 20 Extremo R#20 Inexistência de cálculo, de análise e de monitora- mento dos custos operacionais por ET , levando ao desconhecimento da composição e da evolução dos custos operacionais por ET, com consequente impos­ sibilidade de se avaliar os custos operacionais por ET. 5 4 20 Extremo R#21 Inexistência de indicadores de desempenho , levando à falta de parâmetros para avaliar o desempenho do Sis­ tema de Transporte, com consequente impossibilidade de se adotar medidas visando otimizar os indicadores com níveis insatisfatórios. 4 3 12 Alto R#22 Ausência de Política de Renovação da Frota , definida a partir de critérios que considerem a vida útil econô­ mica e as condições técnicas dos ETs, levando à redu­ ção da produtividade, da segurança e da economici­ dade dos ETs após o ciclo de vida útil econômica, com consequente utilização de ETs, após o ciclo de vida útil, em níveis insatisfatórios de produtividade, de segurança e de economicidade. 3 4 12 Alto R#23 Inexistência de Plano de Aquisição de ETs , elaborado a partir de critérios de adequação e de dimensiona­ mento da frota, levando à inadequação dos ETs para execução das atividades e em quantidade superior ou inferior à demanda, com consequente operação de uma frota inadequada e mal dimensionada. 4 4 16 Alto R#24 Não realização de estudo sobre a vantajosidade da terceirização da frota , elaborado a partir de critérios técnicos e econômicos que considerem as vantagens e as desvantagens tanto da frota própria quanto da frota terceirizada, levando à terceirização da frota desvantajosa para a Organização, com consequente prejuízos ao erário. 4 4 16 Alto Fonte: Elaboração própria com base nos preceitos do RCA do TCU.

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