Avaliação de controles internos: frotas públicas

Avaliação de controles internos: frotas públicas

Avaliação de Controles Internos: Frotas Públicas – Gabriel Liberato Lopes e Richard Maciel de Sá | 21 Dessa forma, é altamente recomendável a observância dos mo- delos de referência para implantação de controles internos. O modelo predominante é o COSO I . COSO é a sigla para um comitê fundado por organizações norte-americanas que combatem a fraude em relatórios fi- nanceiros. Criada em 1985, nos Estados Unidos, constitui uma entidade do setor privado, sem fins lucrativos, voltada para o aperfeiçoamento da qualidade de relatórios financeiros por meio de éticas profissionais, implementação de controles internos e governança corporativa . Em 1992, o COSO publicou a obra “Controle Interno – Estrutura Integrada”, que obteve grande aceitação em todo o mundo e tem sido aplicada amplamente. E reconhecida como uma estrutura-modelo para desenvolvimento, implementação e condução do controle interno, bem como para a avaliação de sua eficácia. O modelo, conhecido como COSO I, mudou o conceito tradicio- nal de “controles internos” e chamou a atenção para o fato de que os controles devem fornecer proteção contra riscos que possam impactar os objetivos da Organização. O modelo COSO I é representado por uma matriz tridimensional (conhecida como “cubo do Coso”), com os elementos que devem estar presentes em uma estrutura integrada de controle interno eficaz. O desenho em cubo leva à compreensão de que o conjunto de elementos é fundamental, tanto em suas categorias individuais como na sua inte- ração com o todo, conforme demonstrado na Figura 3. Figura 3 – Modelo Coso I (Cubo do Coso) Fonte: COSO (2013)

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