Avaliação de controles internos: frotas públicas
28 | Avaliação de Controles Internos: Frotas Públicas – Gabriel Liberato Lopes e Richard Maciel de Sá 3 Elaboração dos Instrumentos de Avaliação A próxima tarefa é decidir quais controles avaliar , a extensão e o escopo dos exames, executar testes de desenho a fim analisar e avaliar da eficácia e efetividade operacional . Trata-se de verificar se os controles existem, se estão adequados, se estão sendo aplicados e se funcionam, ou seja, se são capazes de reduzir o risco de maneira contínua e coerente, alinhados com as respostas a riscos definidas pela administração. Assim, orientando-se pela Matriz de Riscos e Controles (MRC) , o auditor desenvolve os instrumentos de avaliação que conduzirão a aplicação dos testes de controles, tais como: 1. questionário de Avaliação de Controles Internos (QACI); 2. procedimentos de Auditoria; 3. conferência de Cálculos – custo operacional e idade econô- mica de substituição –; e 4. extrato de Entrevista – condutores da frota. Após definir os instrumentos de avaliação, que especificam “como avaliar”, o auditor, ainda na fase de elaboração dos instrumentos de avaliação, determina o que será testado, definindo a amostragem – ve- ículos, processos licitatórios, contratos, setores, etc. 2.6.1.2 Execução Planejada a auditoria, aplicam-se os instrumentos de avaliação, coletando evidências dos achados, desenvolvendo as constatações e documentando o trabalho realizado. Para preencher o QACI, adotamos uma escala de eficácia dos controles internos : Quadro 3 – Escala de eficácia do controle Eficácia Situação encontrada 0 – Inexistente Ausência completa do controle. 1 – Fraco Informal; sem disseminação; sem aplicação; quase sempre falha. 2 – Mediano Formalizado, conhecido, aplicado, funciona; pode ser aprimorado. 3 – Forte Sem falhas detectadas; pode ser enquadrado num nível de “melhor prática”. Um controle classificado como “Forte” (3 pontos) mitiga todos os aspectos relevantes do risco, tem um desenho adequado e funciona to- das às vezes que é necessário. Para entender esse conceito, pense numa catraca eletrônica na recepção de um edifício público. É um controle de entrada e saída de pessoas. Serve para mitigar o risco de segurança.
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