Avaliação de controles internos: frotas públicas

Avaliação de controles internos: frotas públicas

40 | Avaliação de Controles Internos: Frotas Públicas – Gabriel Liberato Lopes e Richard Maciel de Sá São exemplos de atividades que devem ser atribuídas ao Setor de Transportes: • gerenciar a documentação dos equipamentos de transportes; • controlar os processos de infração de trânsito; • avaliar e capacitar os condutores da frota; • controlar a utilização dos equipamentos de transportes, in- clusive dos locados em caráter não eventual para execução de serviços de interesse da Organização; • controlar o abastecimento e o consumo de combustíveis e lu- brificantes da frota; • controlar os serviços de manutenção e troca de peças; • elaborar o Plano de Manutenção Preventiva e o Plano de Ma- nutenção Operacional dos equipamentos de transportes da frota; • organizar a gestão da oficina própria e do almoxarifado de materiais, quando existir na Organização; • supervisionar o funcionamento administrativo e operacional do Ponto de Abastecimento (PA), quando existir na Organização; • calcular, gerenciar e analisar mensalmente o custo operacio- nal por equipamento de transporte da frota; • estabelecer indicadores de desempenho dos equipamentos de transporte; • definir uma política de renovação da frota e planejar a aquisi- ção dos equipamentos de transportes; • realizar estudos sobre a vantajosidade da terceirização da fro- ta, no caso de contratação de serviços de locação de veículos. Essas atividades devem ser lideradas por um gerente de trans- porte qualificado para gerenciá-las. Cabe a este profissional, extrema- mente importante para promover uma gestão eficiente frota, planejar , organizar, dirigir e controlar as atividades realizadas pelo setor de transportes. Planejar Significa estabelecer os objetivos e as respectivas ações para alcança-los. É função do gerente de transporte planejar: • o dimensionamento ideal da frota para atender a demanda; • as instalações e o pessoal necessários para atender a demanda; • as manutenções preventivas e operacionais; • os quantitativos de insumos a serem adquiridos (combustível, peças, etc.); • os investimentos necessários para a melhoria da frota; • a roteirização (mapeamento das rotas) a serem utilizadas.

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