Parecer Prévio sobre as Contas Anuais prestadas pelo Governador do Estado de Mato Grosso - 2008
48 a) Educação Na área de educação, o Brasil apresenta melhor desempenho que as médias mundial e regio- nal. Nesse relatório de 2007, o país aparece com o índice de 88,6% de alfabetização adulta (64ª co- locação mundial, abaixo dos Emirados Árabes Unidos e logo acima de São Vicente e Granadinas). Esse índice é o mesmo encontrado em 2004, devido à falta de atualização de dados. Segundo os dados do IBGE, a taxa de alfabetização adulta foi elevada de 88,6% para 89,0% no período. Entretanto, o relatório anterior já havia captado aumento no percentual de pessoas em idade escolar dentro das escolas e universidades. Esse aumento foi de 86,0% em 2004, para 87,5% em 2005, levando o País para a 36ª colocação mundial, logo abaixo da Alemanha e acima de Singapura. b) Longevidade Em longevidade, o Brasil vem conquistando grandes avanços nos últimos anos. A expecta- tiva de vida em 2005 foi estimada em 71,7 anos ao nascer (79ª colocação mundial, logo abaixo da Jordânia e acima da Armênia). Em 2004, o índice era estimado em 70,8 anos ao nascer, superior ao encontrado em 2000, quando foi estimado em 67,7 anos. A esperança de vida brasileira supera a média global. Esse aumento da longevidade é um indicativo de melhoria no acesso à alimentação, saúde e saneamento. c) Renda Por fim, também a renda influencia no cálculo do Índice de Desenvolvimento Humano, sendo esse indicador o que mais carece de ação do governo brasileiro, no sentido de corrigir a desigualdade e as mazelas dela decorrentes. O último relatório das Nações Unidas apresenta um PIB per capita (PPC) de US$ 8,402 (67ª colocação mundial, logo abaixo da Turquia e acima da Tunísia). Segundo esse levantamento a ren- da dos brasileiros aumentou, entre 2004 e 2005, de US$ 8.195 para US$ 8.402. Também esse dado foi contestado pelo IBGE, que aponta o uso de informações do “velho PIB” no relatório das Nações Unidas. Na revisão de cálculos feita em março de 2007, o IBGE afirma ter constatado que o país era 10,9% mais rico do que se imaginava, alterando assim uma série de dados, entre eles o PIB per capita que, atualizado, sobe para US$ 9.318.
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