Manual de Auditoria Operacional
TCE-MT | Manual de auditoria operacional 32 | Modelo 11 – Análise SWOT Ambiente Interno Ambiente Externo Forças Oportunidades Pontos fortes internos: - características positivas internas que uma organização pode explorar para atingir as suas metas. - habilidades, capacidades e competências básicas da organização que atuam em conjunto para ajudá-la a alcançar suas metas e objetivos. Exemplo: equipe de coordenação experiente, programas de capacitação continuada, uso de tecnologia da informação. Pontos fortes de origem externa: - características do ambiente externo, não controláveis pela organização, com potencial para ajudá-la a crescer e atingir ou exceder as metas planejadas. Exemplo: diretrizes governamentais favoráveis ao fortalecimento institucional, novas fontes orçamentárias, parcerias com outras instituições. Fraquezas Ameaças Pontos fracos internos: - características negativas internas que podem inibir ou restringir o desempenho da organização. - deficiências que devem ser superadas ou contornadas para que a organização possa alcançar o nível de desempenho desejado. Exemplo: alta rotatividade de pessoal, servidores despreparados, controles deficientes, sistemas de informação obsoletos. Pontos fracos de origem externa: - características do ambiente externo, não controláveis pela organização, que podem impedi-la de atingir as metas planejadas e comprometer o crescimento organizacional. Exemplo: conflito de interesses; dimensões do território; baixa densidade demográfica; cenário econômico. Fonte: Definição do manual do TCU. Exemplos de auditorias operacionais do TCE-MT. 1.6 Diagrama de Verificação de Risco – DVR Também conhecida como “Matriz de Probabilidade e Impacto de Risco”, é uma técnica da gestão de risco que visa gerenciar efeitos adversos que possam comprometer o processo de gestão ou o alcance de objetivos. Por meio dessa técnica, os eventos de risco são classificados segundo a probabilidade de ocor- rência e o impacto para o alcance dos objetivos do órgão, considerando os controles existentes. O DVR deve ser utilizado nas fases de seleção de trabalhos e de planejamento das auditorias. O Diagrama de Verificação de Risco analisa as informações obtidas por meio da Análise SWOT. Sua elaboração auxilia a equipe a definir o foco do trabalho de auditoria, permitindo sistema- tizar informações relevantes sobre o ambiente de análise e identificar riscos que afetam o objeto de auditoria. De igual modo, permite assegurar que áreas de maior risco sejam investigadas com profundi- dade durante a auditoria, além de possibilitar a obtenção de subsídios para formular o problema e as questões de auditoria. Modelo 12 – Diagrama de Verificação de Risco IMPACTO POTENCIAL Baixa Probabilidade / Alto Impacto Alta Probabilidade / Alto Impacto Médio impacto potencial no alcance dos objetivos Alto impacto potencial no alcance dos objetivos Baixa Probabilidade / Baixo Impacto Alta Probabilidade / Baixo Impacto Baixo impacto potencial no alcance dos objetivos Médio impacto potencial no alcance dos objetivos PROBABILIDADE DE OCORRÊNCIA Fonte: Definição do manual do TCU – Análise SWOT e Diagrama de Verificação de Risco Aplicados em Auditoria.
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