Relatório de auditoria operacional: governança em Tecnologia da Informação da Secretaria de Estado de Fazenda de Mato Grosso - 2017

Relatório de auditoria operacional: governança em Tecnologia da Informação da Secretaria de Estado de Fazenda de Mato Grosso - 2017

12 TCE-MT | Relatório de Auditoria Operacional Foi detectado que essas deficiências de governança corporativa são decorrentes da inércia da alta administra- ção em responsabilizar-se e tomar a iniciativa de estabe- lecer as práticas acima identificadas, da baixa sensibilização e compreensão da alta administração sobre a importância da governança corporativa para os resultados organizacionais e da alta rotatividade de secretários. Esse cenário expõe a Sefaz-MT ao risco de manter uma estrutura de governança corporativa ineficaz (formal, porém inoperante); com falhas na avaliação, direcionamento e monitoramento da atuação da gestão, principalmente no que diz respeito ao gerenciamento de riscos estratégicos e ameaças atuais e futuras para a continuidade do negócio. 2. Liderança da Alta Administração 2.1 Práticas de governança corporativa não foram plenamente definidas e implementadas no âmbito da instituição Em decorrência da inércia da alta administração, da baixa sensibilização e compreensão sobre a importância da governança corporativa para os resultados organizacionais e da alta rotatividade de secretários, as práticas de governança corporativa não foram plenamente definidas e implementadas no âmbito da instituição, resultando no risco da estrutura estabelecida ser ineficaz; com falhas na avaliação, direcionamento e monitoramento da atuação da gestão, principalmente no que diz respeito ao gerenciamento de riscos estratégicos e ameaças atuais e futuras para a continuidade do negócio. De acordo com o Código das Melhores Práticas de Go- vernança Corporativa, do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC) 10 : Governança corporativa é o sistema pelo qual as empresas e demais organizações são dirigidas, monitoradas e incen- tivadas, envolvendo os relacionamentos entre sócios, con- selho de administração, diretoria, órgãos de fiscalização e controle e demais partes interessadas. Sob essas perspectivas, em avaliação à estrutura de governança corporativa da Sefaz-MT, identificou-se que:  a. a organização define e comunica formalmente papéis e responsabilidades para a governança corporativa, contudo não a avalia.  b. não há políticas de gestão de riscos e de gestão de continuidade do negócio formalmente insti- tuídas. 10 Instituto Brasileiro de Governança Corporativa. Código das melhores práticas de governança corporativa. 5.ed . / Instituto Brasileiro de Governança Corporativa. - São Paulo, SP: IBGC, 2015. 108p. (Pág.20)

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