Relatório de auditoria operacional: regulação assistencial no SUS – 2014

Relatório de auditoria operacional: regulação assistencial no SUS – 2014

Controles Internos das Centrais de Regulação Verificou-se deficiência dos controles internos nas centrais de regulação municipais e regionais, resultando em deficiências no processo regulatório, de- vido a ocorrência de reiterados erros e a necessidade de retrabalhos. Da mes- ma forma, os controles existentes não fornecem subsídios para o aperfeiço- amento da gestão e a melhoria do seu desempenho. Em questionário aplicado, 67% dos ERS responderam ter sistema de con- trole interno implantado, contudo, nas inspeções in loco, verificou-se que os controles existentes são deficientes, em razão das dificuldades em gerar relató- rios gerenciais como: demandas, tempo médio de espera do usuário, produtivi- dade dos operadores da regulação, usu- ários por origem das solicitações e cotas pactuadas. Evidenciou-se falhas na padroniza- ção dos procedimentos administrativos; processos não informatizados; e falta de capacitação dos servidores. Pelo exposto, com o intuito de pos- sibilitar o gerenciamento de informações que contribuam para o aperfeiçoamento da gestão e a melhoria do desempenho, bem como com o objetivo de diminuir os riscos de erros durante o processo de regulação, propõe-se que as centrais de regulação municipais e regionais, bem como os prestadores de serviços SUS : implementem o Sisreg III, de forma integrada, em todos os módulos de operação, para possibilitar a emissão de relatórios gerenciais. 1 67% dos ERS responderam ter sistema de controle interno implantado, contudo, nas inspeções in loco , verificou-se que os controles existentes são deficientes, em razão das dificuldades em gerar relatório s gerenciais como: demandas, tempo médio de espera do usuário, produtividade dos operadores da regulação, usuários por origem das solicitações e cotas pactuadas. Relatório de Auditoria Operacional: Regulação Assistencial no SUS – 2014 45

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