Revista TCE - 3ª Edição
Eleição 6 trumentalizar os órgãos competentes para a adoção de medidas judiciais cabíveis aos casos de fraudes”, explica. Vida Pública Na data da sua eleição, Albano era o membro mais antigo do Colegiado que ainda não havia exercido o cargo de pre- sidente. Economista com pós-graduação em Planejamento e Economia Agrária e emDireito do Estado e Administração Pú- blica com ênfase em Controle Externo, é reconhecido pelo seu perfil técnico. Antes de assumir o cargo de conselheiro, desem- penhou as funções de superintendente do Instituto Nacional de Colonização Agrá- ria (Incra) em Mato Grosso, secretário municipal de Educação e Administração de Cuiabá, secretário estadual dessas duas áreas, além da Secretaria de Fazenda. Confirmando a unidade que tem marcado as decisões relativas à gestão estratégica, o Colegiado do Tribunal de Contas de Mato Grosso elegeu os mem- bros da Mesa Diretora que será empossa- da no dia 4 de janeiro, para administrar a instituição durante o biênio 2010-2011. O conselheiro Valter Albano foi eleito no dia 3 de novembro sucessor de Antonio Joaquim na Presidência do Tribunal. Antonio Joaquim encerra o mandato de titular, mas permanece na Mesa Dire- tora, tendo sido eleito para a Vice-Presi- dência. O conselheiro José Carlos Novelli será o novo corregedor-geral. As votações, feitas individualmente para o preenchimento de cada um dos três postos da direção do Tribunal, arrebanha- ram a unanimidade no Pleno. O processo eletivo é o primeiro após a aprovação de resolução interna, ocorrida em outubro, que instituiu o rodízio por antiguidade como regra de sucessão no TCE-MT. O presidente eleito, Valter Albano, foi exaltado pelos colegas de plenário, em especial pelo atual presidente do TCE, Antonio Joaquim, como ícone da preo- cupação em aprimorar os trabalhos do Tribunal. “Desde 2001, quando ingressou neste Tribunal, Valter Albano foi o grande pensador do planejamento estratégico que colocou o Tribunal de Contas de Mato Grosso como destaque no Brasil inteiro”, exaltou Joaquim. Carlos Novelli também manifestou reconhecimento, afirmando que o “TCE não teria avançado com tan- ta rapidez sem as contribuições dadas por Albano nesse período. Vou trabalhar diu- turnamente para contribuir para que ele cumpra todas as metas traçadas”. Durante a eleição, Albano destacou seu compromisso com a execução de to- Albano é eleito presidente para o biênio 2010/2011 das as metas do planejamento estratégi- co do Tribunal de Contas elaborado em 2005 e cuja execução se estende até o final de 2011. “A palavra-chave de nossa gestão será a consolidação”, destacou. Na proposta de realinhamento do plano estratégico para o seu período de gestão, apresentada em versão preliminar durante a eleição, Albano coloca como prioridade a efetivação do controle exter- no concomitante. Para alcançar os objetivos, Albano anuncia reforço da capacitação dirigida e temática do quadro técnico e também da implantação de sistemas de controle in- formatizados. “O conhecimento e a tec- nologia são indispensáveis para a eficiên- cia do controle externo que deve buscar, primeiro, orientar os gestores, notificá-los quando se constatar erros, determinar a correção, aplicar sanções e também ins- O conselheiroValter Albano (centro), eleito Presidente; o conselheiro José Carlos Novelli (à esquer- da), eleito Corregedor-Geral; e o conselheiro Antonio Joaquim (à direita), eleitoVice-Presidente.
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