Revista TCE - 5ª Edição

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Secex-Obras 9 tadual, o Programa Estradeiro respondeu por 57% dos recursos investidos em obras públicas. Segundo a engenheira, a deficiên- cia de informações atingia duramente o TCE-MT, que, além de não ter uma base de dados organizada para fiscalizar as obras públicas, também não contava com nenhuma metodologia para um trabalho de auditoria verdadeiro – que apura o essencial nessa área: a qualida- de da obra entregue ao poder público e não apenas os aspectos igualmente obrigatórios de legalidade dos processos licitatórios e de pagamentos das despe- sas contratadas. Conforme Narda, até recentemente, o TCE-MT verificava aspectos gerais em obras apenas quan- do ocorriam denúncias e os engenheiros da então Coordenadoria de Engenharia Rodovia vistoriada por auditores da Secex-Obras “ Nessa fiscalização, os auditores apontaram a existência de quatro mil ocorrências, entre “panelas”, rachaduras, fissuras, afundamentos, desgaste de revestimento, escorregamento de aterro etc. ”

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