Revista TCE - 7ª Edição

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42 Atricon As últimas gestões da Atricon priorizaram uma atuação mais vol- tada para a defesa institucional e o aperfeiçoamento dos TCs. A atual Diretoria continuará nesse caminho? Valdecir Pascoal – Sem dúvida. Embora os Tribunais de Contas te- nham evoluído muito nos últimos anos, como bem demonstram os da- dos obtidos pelo "Projeto Qualidade e Agilidade do Controle Externo", exe- cutado pela Atricon, em 2013, na pro- fícua gestão do Conselheiro Antônio Joaquim, os desafios com vistas a dimi- nuirmos nossas assimetrias e alcançar- mos a confiança definitiva da maioria da sociedade ainda estão presentes, de sorte que o foco da Atricon continua- rá sendo a defesa e o aperfeiçoamento institucional dos Tribunais de Contas e das prerrogativas constitucionais de seus membros, sem prejuízo, claro, de avançarmos em algumas questões de índole mais corporativa. Desse úl- timo ponto, fazem parte a luta pela recuperação do poder aquisitivo dos subsídios e a atualização da carteira de serviços oferecidos aos associados, como seguro-saúde e um convênio de descontos em ampla rede de fornece- dores de produtos e serviços. Quais as principais ações plane- jadas e já desenvolvidas pela Atricon, neste ano de 2014? Valdecir Pascoal – Nosso Plane- jamento Estratégico, aprovado para cinco anos (2012-2017), é o principal guia de nossa gestão. Fizemos, nas duas primeiras reuniões da Diretoria e do Conselho Deliberativo, ajustes pon- tuais em alguns objetivos estratégicos, adequando-os aos novos contextos. De outra parte, destacaria a defesa pública e firme da instituição Tribunal de Con- ta sem relação a um relatório genérico e irresponsável elaborado pela ONG Transparência Brasil, que simplesmen- te ignorou todos os avanços verificados nos Tribunais de Contas brasileiros. Para tanto, contei com o apoio e a ajuda da Direção da Atricon, dos pre- sidentes dos TCs, dos nossos membros e servidores. Outro ponto que merece ser realça- do foi a decisão colegiada de elaborar novas Resoluções da Atricon, tratando de temas prioritários visando conferir mais efetividade à atuação dos TCs. As minutas das Resoluções foram dis- cutidas por diversas comissões temá- ticas, formadas por dedicados e com- prometidos membros e servidores, e coordenadas, com zelo e proficiência, pelo vice-presidente da Atricon, Con- selheiro Valter Albano, e pelo nosso Diretor, conselheiro substituto Jaylson Campelo (sem esquecer o apoio funda- mental de nossas assessorias técnicas). Essas minutas, amplamente divulgadas e submetidas a emendas e sugestões, serão apreciadas e votadas democratica- mente durante o IV Encontro Nacional dos Tribunais de Contas, neste mês de agosto, em Fortaleza. É claro que as Resoluções não obri- gam os Tribunais. São recomendações. Porém, tenho a firme convicção de que ENTREVISTA Conselheiro Valdecir Pascoal Presidente da Atricon

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