Revista TCE - 8ª Edição
ii Fórum 15 1º Tema: Diagnóstico da Atenção Básica em Mato Grosso – visão operacional Lidiane dos Anjos Santos Secretária de Controle Externo de Auditorias Especiais do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) Saulo Pereira de Miranda e Silva Auditor na Secretaria de Controle Externo de Auditorias Especiais do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) O índice de cobertura da atenção básica em Mato Grosso é de 67,28% e o Estado ocupa a 18ª posição nacional. O que surpreendeu foi o fato de que os municípios mais populosos apresentam índices menores de cobertura do que aqueles municípios menores e mais dis- tantes dos grandes centros. É o caso da capital, Cuiabá, com 52,16% de cobertura, Várzea Grande, com 28,05% e Rondonópolis, com 61%. 2º Tema: Panorama das Políticas de Atenção Básica em Mato Grosso – dificuldades encontradas e soluções propostas Marildes Ferreira Rêgo Secretária-Geral do Conselho de Secretários Municipais de Saúde de Mato Grosso (Cosems-MT) e Secretária Municipal de Saúde de Rondonópolis-MT A palestrante apresentou dados a respeito do percentual de cobertura dos agentes de saúde. O mínimo para tender a população seriam 8.392 agentes e temos 5.028, alcançando a cobertura de 76,43% da população. Para Ferrei- ra, cada instância do poder público deve fazer a sua parte para que o Sistema Único de Saúde funcione bem. 3º Tema: Caminhos para o fortalecimento da Atenção Básica – apresentação de boas práticas Luiz Carlos Bolzan Presidente do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde do Rio Grande do Sul (Cosems-RS) Foi destacado que o modelo atual de atenção hospitalar não atende às demandas da população e há a ne- cessidade de reformular a atenção básica. “Epidemiologia não se muda em poucos meses, mas podemos planejar em longo prazo e garantirmos medidas mais decisivas”, afirmou. ii Painel Políticas de Atenção Básica Mediador: Júlio Strübing Müller Neto - Professor do Instituto de Saúde Coletiva da Universidade Federal de Mato Grosso A atenção básica deve ser prioritária, pois ela evita o agravamento de doen- ças e promove melhorias na qualidade de vida da população. A consideração foi realizada pelo mediador do painel II, Júlio Muller Neto. Na primeira parte das palestras foi apresentado o diagnóstico realizado pela equipe da Secre- taria de Controle Externo de Auditorias Especiais na área da atenção básica em saúde com dados importantes sobre a realidade verificada pelo controle externo.
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