Revista TCE- 9ª Edição
28 Destaques Pela primeira vez uma mulher é no- meada para exercer o cargo de conselhei- ra no Pleno do TCE-MT. A conselheira substituta Jaqueline Jacobsen foi designa- da a ocupar interinamente a vaga deixada pelo ex-conselheiro Humberto Bosaipo. Desde a publicação no Diário Oficial de Contas do dia 5 de janeiro de 2015, Jacobsen está à frente da 6ª Relatoria, que julga processos de órgãos de administra- ção direta, como as contas de prefeituras, e indireta estadual, como secretarias de Estado. Entretanto, além de assumir a responsabilidade sobre o julgamento de novos processos, continuará exercendo a relatoria de administração indireta muni- cipal, atribuição dos conselheiros substi- tutos. Além de graduada em Administra- ção, Jaqueline é pós-graduada em Audi- toria das Entidades Governamentais, em Conselheira substituta assume interinamente vaga no Pleno do TCE-MT Gestão Pública e em Controle Externo. Já fazia parte do quadro de servidores do TCE-MT quando em 1999 iniciou sua carreira como auditora pública externa. Em 2011, após ser aprovada por concurso público, tomou posse como conselheira substituta. “A formação como adminis- tradora foi uma escolha muito acertada na minha vida, porque eu considero que eu tenho um pouco de liderança, tenho noções de Administração, Direito, Con- tabilidade e Economia, que me ajudam a exercer minha função. São conhecimen- tos que precisamos muito no Tribunal de Contas”, pontua. Quando questionada sobre o fato de ser a primeira mulher a assumir in- terinamente o cargo de conselheira e se essa posição também indicaria mais um avanço para a instituição, Jacobsen diz, modestamente, que essa é a função dos Desde janeiro de 2015, Jacobsen está à frente da 6ª Relatoria conselheiros substitutos de, na ausência do conselheiro titular, ocupar a vacância. Além disso, pontua, dentro do sistema de rodízio que há entre os conselheiros subs- titutos do TCE-MT, ela era “o nome da vez” para assumir o cargo. Mas se conven- ce de que ser nomeada à vaga vai além de uma questão oportuna, abrangendo, sim, o reconhecimento social da capacidade da mulher. “Eu vejo a figura da mulher como uma grande guerreira, um ser huma- no com muita força. Não podemos nos dar ao luxo para desempenhar, somente, o papel profissional, mas tem o aspecto pessoal, da mãe, da esposa. E eu sou uma mulher assim. Tenho muita fé e peço a Deus que me dê sabedoria para que eu possa equilibrar todos estes campos com o meu trabalho, que exige tanta dedica- ção”, afirma. “ Além de assumir a responsabilidade sobre o julgamento de novos processos, continuará exercendo a relatoria de administração indireta municipal, atribuição dos conselheiros substitutos ”
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