Avaliação de controles internos: frotas públicas

Avaliação de controles internos: frotas públicas

Avaliação de Controles Internos: Frotas Públicas – Gabriel Liberato Lopes e Richard Maciel de Sá | 139 15 – Atividade: Utilização de pneumáticos Objetivo: Assegurar que os pneumáticos adquiridos sejam efetivamente utilizados nos bens da frota, de forma eficiente e econômica. Risco Controle Interno Sugerido R#15 – Ausência de identificação física nos pneu- máticos e de rotina de registro das informações técnicas, da vida útil e dos serviços realizados nos pneus , levando à utilização de pneumáticos sem identificação e desconhecimento das características técnicas, da vida útil e dos serviços realizados nos pneumáticos da frota, com consequente substituições indevidas de pneus novos por usados ou de quali­ dade ou preço inferiores; desvio, roubos e furtos de pneumáticos; e carência de informações para aferir a durabilidade e o custo operacional dos pneus. CT#15.01 – Identificação física dos pneus , que pode ser realizada por marcação a fogo ou etiqueta eletrônica. CT#15.02 – Rotina de registro das informações técnicas, vida útil, recapagens e remoções de pneus , possibilitando a aferição da durabilidade e do rendimento operacional destes insumos (controle por Ficha de Controle de Pneus e/ou por sistema infor­ matizado). 16 – Atividade: Manutenção da frota Objetivo: Manter a frota de veículos, máquinas e equipamentos em um estado desejado de eficiência, maxi­ mizando o tempo disponível para operação e minimizando os custos de manutenção. Risco Controle Interno Sugerido R#16 – Ausência de Plano de Manutenção de Ope- ração, Plano de Manutenção Preventiva, registro de solicitação, autorização e execução dos ser- viços de manutenção , levando à incapacidade para detectar falhas ou defeitos mecânicos nos ETs de for­ ma célere; ocorrência de defeitos mecânicos por falta de manutenção preventiva; desconhecimento das informações sobre a demanda e sobre os serviços de manutenção executados nos ETs, com consequente ocorrência de falhas ou defeitos mecânicos nos ETs não detectados tempestivamente ou por falta de ma­ nutenção preventiva, elevando a taxa de indisponibi­ lidade da frota; impossibilidade de se avaliar os gastos com manutenção da frota total e por ET. CT#16.01 – Plano de Manutenção de Operação dos ETs, visando garantir condições primárias de ope­ ração e identificar eventuais falhas mecânicas. CT#16.02 – Plano de Manutenção Preventiva dos ETs, com o objetivo de manter a frota operando num estado desejado de eficiência. CT#16.03 – Rotina de registro de serviços de ma- nutenção realizados nos ETs (controle por Ordem de Serviço e/ou sistema informatizado). 17 – Atividade: Manutenção da frota (oficina mecânica própria) (*) Objetivo: Mensurar o tempo gasto na execução dos serviços de manutenção realizados na oficina própria do ente (variável importante para cálculo do custo operacional dos ETs). Risco Controle Interno Sugerido R#17 – Falta de rotina de registro do tempo de execução dos serviços de manutenção realizados na oficina própria , levando ao desconhecimento da produtividade da mão de obra utilizada na oficina pró­ pria, com consequente impossibilidade de se avaliar a produtividade da mão de obra e, por consequência, do custo por ET dos serviços de manutenção realizados na oficina própria. CT#17.01 – Rotina de registro do tempo de exe- cução dos serviços de manutenção realizados na oficina própria (controle por formulário Ficha de Apropriação de Mão-de-Obra e/ou por sistema infor­ matizado). (*) Obs.: Somente para fiscalizados que possuem oficinas mecânicas próprias.

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