:: Tribunal de Contas - MT

TCE recebe Certificado de Neutralização de CO2 e selo Floresta Viva

20/12/2011 11:52

O Tribunal de Contas de Mato Grosso recebeu do Instituto Ação Verde o “Inventário de Emissões de Gases de Efeito Estufa 2010”, o título foi devido à ação de determinar a quantidade de emissões de carbono no ano passado que serão compensadas pelo TCE, em parceria com a entidade, no plantio de mudas ou em pagamento de serviços ambientais de áreas preservadas. A entrega foi feita durante plantio simbólico de mudas de árvores nativas no Parque Estadual Massairo Okamura e que teve a participação pelo secretário de Gestão do Tribunal, Flávio Vieira.

 

Secretário de Gestão, Flávio Vieira, participa de plantio de mudas de árvores

No evento, promovido pelo Instituto Ação Verde participaram empresas e instituições parceiras de Mato Grosso que desde 2008 estão contribuindo para a recuperação de matas ciliares dos principais rios de Mato Grosso. Esta noite, no auditório da Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso (FIEMT), o presidente do TCE, conselheiro Valter Albano, participa da cerimônia de reconhecimento das instituições e empresas pioneiras na neutralização de gases de efeito estufa no Estado e recebe, em nome do Tribunal, o “Certificado de Neutralização de Gases de Efeito Estufa” e a autorização do uso do selo Floresta Viva.

 

O Inventário de Emissões de Gases de Efeito Estufa - 2010 – TCE/MT, realizado em parceria com o Instituto Ação Verde ao longo de 2011, é um documento que determinou a quantidade de emissões de carbono que devem ser compensadas pelo órgão, relativo às suas atividades de funcionamento no ano de 2010.

 

Foram coletadas informações de quantidade de servidores e colaboradores da instituição, a distância percorrida diariamente entre suas residências e o TCE e qual o tipo de transporte adotam. Além do consumo de energia elétrica, foram consideradas outras fontes de emissão de gases de efeito estufa. No total, o órgão emitiu em 2010, 1.100 toneladas de CO2.

 

Segundo Vieira, a próxima etapa consiste em neutralizar na compensação da emissão. “Temos duas opções: plantio de árvores em área a ser recuperada e que será mantida por ribeirinhos que serão pagos para cuidar das mudas ou adotar uma área preservada que faria o trabalho de fixação do carbono e onde o proprietário receberia pelos serviços ambientais prestados pela mata nativa”, disse. No caso do plantio de mudas, o TCE deverá plantar 7.897 mudas de árvores para compensar suas emissões ou manter uma área de 269 hectares de mata nativa para estocagem de carbono.

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