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| Representantes do TCU conhecem o funcionamento do GeoObras |
Os representantes da Secretaria de Controle Externo do Tribunal de Contas da União em Mato Grosso realizaram, nesta quinta-feira (2), nova visita técnica ao Tribunal de Contas do Estado, desta vez para conhecer detalhadamente o Sistema GeoObras. O encontro foi agendado em reunião realizada entre o presidente do TCE, conselheiro José Carlos Novelli, e o novo secretário de controle externo da instituição, José Ricardo Louzada. Na ocasião, foi manifestado interesse em apresentar essa tecnologia no Encontro de Dirigentes do TCU, que ocorrerá de 7 a 10 de fevereiro, em Brasília.
O funcionamento do sistema foi apresentado pela equipe de Secretaria de Obras e Serviços de Engenharia do TCE, sob o acompanhamento do conselheiro substituto ligado à presidência, Luiz Carlos Pereira. O Sistema GeoObras foi implantado e já é utilizado por oito órgãos de Mato Grosso e outros oito Tribunais de Contas do Brasil.
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| José Ricardo Louzada, representante do TCU |
Para Louzada, apresentar o sistema em Brasília tem o objetivo de “melhorar o grande plano de fiscalização de obras que o TCU já executa”. Ele completa dizendo que a intenção é tornar o sistema de cadastramento de obras do TCU dinâmico, como o GeoObras de Mato Grosso.
O conselheiro substituto Luiz Carlos Pereira destacou a importância da aproximação dos Tribunais de Contas. “É muito interessante que estes tribunais se aproximem para a execução de políticas conjuntas, como por exemplo, na auditoria de obras que têm verbas do Estado e da União. A própria experiência de uma fiscalização nossa, pode ajudar em uma fiscalização do TCU e vice-versa”, concluiu.
O Sistema GeoObras foi criado em 2008 pelo TCE-MT e atualmente fiscaliza a execução de 7 mil obras públicas no Estado, desde o processo licitatório até a conclusão do trabalho. Segundo a secretária de Controle Externo de Obras e Serviços de Engenharia, Narda Consuelo, a ferramenta foi criada para monitorar o envio das informações dos fiscalizados. Para Narda, o sistema é importante para o TCU, pois “ele pode ver onde estão sendo aplicados os recursos públicos em Mato Grosso”, destacou.


