:: Tribunal de Contas - MT

Talentos, uma só equipe

17/12/2002 12:33
Quem não foi perdeu... mas quem aceitou o convite da Escola de Contas “Cons. Oscar da Costa Ribeiro” para participar da dinâmica realizada pela psicóloga existencial, Hilda Moreira, teve a oportunidade de trabalhar sua relação intrapessoal, isto é, você consigo mesmo.

Segundo a psicóloga, muitos dos problemas existentes no ambiente de trabalho são provenientes de questões de relações inter e intrapessoais, ou seja, o indivíduo possui questões de auto-estima, confiança, auto-controle, por exemplo, que podem influenciar consideravelmente sua relação com colegas e líderes e seu desempenho profissional.
“O importante é que cada pessoa descubra em si mesma as questões que lhe incomodam e que a fazem “reagir” perante um colega ou líder de forma passiva ou agressiva, o que não é saudável. É preciso saber dosar as emoções e dizer sempre o que pensa e sente de forma acertiva”, explicou Hilda.
Esse trabalho é continuidade de um processo que começou no mês de agosto, quando as lideranças passaram uma tarde de sábado realizando integração com a referida psicóloga.
Para a diretora geral, o saldo da reunião foi tão positivo que a gestão decidiu investir nesse trabalho de relação intrapessoal, abrangendo os colaboradores de todas as unidades do Tribunal de Contas.

“A nossa intenção é realizar um processo de avaliação entre lideranças, colaboradores e, principalmente, uma reflexão sobre quem somos e o que queremos ser no trabalho e na nossa vida pessoal”, comenta a diretora geral Cassyra Vuolo.

Cerca de 200 servidores de todas as unidades estiveram reunidos no Salão Nobre da Casa por cerca de quatro horas, onde falaram e avaliaram reações e sentimentos, que foram os focos principais abordados durante a dinâmica.

Como explica Hilda, quando a pessoa passa a ter coragem para enxergar as questões pendentes de sua vida e começa a aceitá-las, já é um grande passo para a resolução de problemas interpessoais no trabalho ou em casa. “Desde o início dos trabalhos, quando Cassyra me procurou, enxerguei a sua preocupação em proporcionar às pessoas deste órgão uma nova visão para as questões emocionais. Essa sensibilidade não é tão comum dentro de uma organização e por isso fico feliz por participar dessa mudança nas relações de trabalho, como também da questão íntima de cada um que aceitou passar por essa experiência”, finalizou ela.