Relatadas pelo conselheiro Branco de Barros, as contas foram votadas em sessão ordinária realizada nessa terça-feira, pela manhã. O Ministério Público junto ao TCE, também emitiu parecer favorável à aprovação do balanço anual.
Em 2005, a Prefeitura Municipal aplicou pouco mais de 30% da receita de impostos no desenvolvimento do ensino, percentual superior ao exigido pela Constituição Federal, que é de 25%. Em despesas de pessoal, foram gastos 51%, inferior ao índice estabelecido pela legislação, que poderia atingir até 54% da Receita Corrente Líquida.
