:: Tribunal de Contas - MT

Acidente ou crime?

16/11/2015

A palavra acidente encerra uma conotação de imprevisibilidade. Nesse sentido, um acidente não ocorre de forma planejada ou deliberada, mas como resultado [...leia mais]

+ ARTIGOS
ANTONIO JOAQUIM
»Por que não escrever
»Tribunal do Século 21
LUIZ HENRIQUE LIMA
»Viver é a melhor opção
»Vivam as eleições
HEBERTT VILLARRUEL
»Piso Nacional da Educação, vilão das finanças públicas?
SIMONE PELEGRINE
»Futuro da auditoria
»O fiscal do contrato
ENÉIAS VIEGAS
»O legado da Copa
»Competência e poder
ISAÍAS LOPES DA CUNHA
»O papel do contador na
gestão pública

MOISÉS MACIEL
»TCE-MT 60 anos
CLAITON CAVALCANTE
»Bodas de Cristal para a Lei de Responsabilidade Fiscal
LISTAR TODOS

A palavra acidente encerra uma conotação de imprevisibilidade. Nesse sentido, um acidente não ocorre de forma planejada ou deliberada, mas como resultado de circunstâncias fortuitas, inesperadas e inevitáveis. A reflexão etimológica vem a propósito do noticiário envolvendo o rompimento de duas barragens que armazenavam dejetos tóxicos de uma mineradora no distrito de Mariana, Minas Gerais. Cem por cento das notícias tratam o episódio como acidente. Mas terá sido acidente?

No Código de Trânsito, quem dirige embriagado e inadvertidamente provoca uma colisão, com ou sem vítimas, pratica um crime culposo. Da mesma forma é classificado o condutor que possui algum grau acentuado de deficiência visual, como miopia, e dirige sem óculos ou lentes corretivas. O crime culposo distingue-se do doloso porque neste há intenção de produzir o resultado. No crime culposo, o agente assume o risco de produzir o resultado agindo com imperícia, negligência ou imprudência.

A tragédia de Mariana ainda não encerrou a contabilidade das vítimas fatais, mas trouxe a destruição de dezenas de residências e edificações, bem como a contaminação com metais pesados da bacia hidrográfica do rio Doce, afetando o abastecimento d'água de cerca de meio milhão de brasileiros. Pode-se afirmar que o rompimento da barragem foi inesperado e era inevitável? Ou, em algum momento, houve, por parte da rica multinacional que explorava a jazida, omissão, negligência ou imperícia na adoção de medidas de segurança que prevenissem o desastre e/ou minimizassem seus efeitos alertando a população circunvizinha ou contendo a propagação da lama tóxica?

Por que não havia sequer sirenes de emergência? Por que não ouviram os alertas do Ministério Público?
Um dos conceitos mais importantes do direito ambiental, acolhido pela nossa Constituição, é o princípio da prevenção, definido como a prioridade que deve ser dada às medidas que eliminem ou reduzam os riscos conhecidos ao meio ambiente decorrentes de determinadas atividades. Ao lado do princípio da precaução, com o qual não se confunde, o princípio da prevenção é um dos mais combatidos pelos defensores da tese do crescimento econômico a qualquer custo, principalmente a qualquer custo ambiental e social. São aqueles que,por um lado vociferam contra as normas de proteção ambiental e reclamam da morosidade do licenciamento, e por outro estimulam o sucateamento dos órgãos ambientais, cortando dotações orçamentárias, achatando vencimentos e loteando os cargos de direção. A aplicação do princípio da prevenção impõe ao poder público o dever de exigir e ao empreendedor o de adotar medidas acautelatórias que evitem a ocorrência de danos ambientais.

A tragédia dentro da tragédia é que o país parece nada aprender com as tragédias. Em 2003, em Cataguazes/MG também houve ruptura de barragem contendo resíduos industriais com o lançamento de toneladas de produtos tóxicos na bacia do Rio Paraíba do Sul, a mais importante do Rio de Janeiro. Demais dos aspectos ambientais, houve relevantes impactos econômicos e sociais, aí incluída a suspensão do abastecimento de água a oito cidades, atingindo quase seiscentas mil pessoas. Na ocasião, a ministra do Meio Ambiente compareceu ao local e coordenou providências emergenciais. Muitas das propostas então formuladas perderam-se depois nas gavetas dos ministérios do Planejamento, Minas e Energia e Casa Civil.

Agora, o desastre se ampliou, com vítimas humanas, destruição da fauna e da flora e a atual ministra demorou uma semana para se pronunciar.Há que se apurar também eventual omissão ou conivência dos agentes públicos responsáveis pelo licenciamento e fiscalização das condicionantes ambientais e de segurança do empreendimento.

Muita coisa ainda precisa ser esclarecida sobre a tragédia de Mariana e a responsabilidade da mineradora que curiosamente se apresenta na internet como vencedora de prêmios de 'responsabilidade socioambiental'. Até lá, considero prematuro e impreciso tratar o episódio como 'acidente'.




Mais artigos de Luiz Henrique Lima:

19/01/2021 - Atenção! A LRF mudou

26/10/2020 - Transição de mandatos

23/09/2020 - Primavera em chamas

15/09/2020 - Precisamos falar sobre orçamento

02/09/2020 - Direito Público de Emergência

23/07/2020 - Emergência, transparência e prudência

15/07/2020 - A emergência na educação

02/07/2020 - Controle externo em defesa da democracia?

11/06/2020 - Não existe planeta B

02/06/2020 - Uma luta de 17 anos

27/05/2020 - Onde se aprende o racismo?

20/05/2020 - O desafio de fiscalizar R$ 125 bilhões

12/05/2020 - Covid-19: EC, MP, Lei e Decretos

06/05/2020 - Federalismo na UTI

20/04/2020 - Covid-19 e compras públicas

14/04/2020 - Auditorias que salvam vidas

07/04/2020 - LRF em quarentena

30/03/2020 - O (mau) exemplo de Mbeki

24/03/2020 - Emergência, calamidade e contas públicas

16/03/2020 - Há esperança?

24/02/2020 - A grande controvérsia

10/02/2020 - Ana Maria e o adenocarcinoma

27/01/2020 - Muito além de uma pirralha

21/01/2020 - Viva a cultura brasileira!

20/12/2019 - Ódio a Greta

09/12/2019 - O futuro do controle externo

25/11/2019 - Combater o racismo

04/11/2019 - O caso das OSCIPs

21/10/2019 - O cidadão e o torcedor

14/10/2019 - Auditoria e o controle da gestão

07/10/2019 - Um cargo quase desconhecido

23/09/2019 - Aktion T-4 e ADI 5.581

16/09/2019 - Precisa-se

09/09/2019 - Vitória para MT

26/08/2019 - Saber ouvir

12/08/2019 - Aprender sempre

05/08/2019 - A barragem do pudor

22/07/2019 - Estupidez não é patriotismo

15/07/2019 - Coração rompido

24/06/2019 - A necessária cautela

10/06/2019 - Banco Mundial, STN, LRF e desinformação

27/05/2019 - O muro invisível

13/05/2019 - Menos manchetes, mais resultados

29/04/2019 - Ajuste fiscal, seu lindo

15/04/2019 - Vida e morte no STF

09/04/2019 - Moçambique é o nosso espelho

25/03/2019 - O Tribunal expiatório

18/03/2019 - UFMT, TCE e a melhoria da gestão municipal

11/03/2019 - A nobreza da prestação de contas

25/02/2019 - Escolhas

12/02/2019 - Nelly, uma professora

28/01/2019 - Omissão e intervenção

21/01/2019 - A extinção do TCE

15/01/2019 - Controlar (também) é contrariar

12/12/2018 - Verdade fiscal

26/11/2018 - 13 + 2 anos de atraso e omissão

21/11/2018 - Financiamento da saúde pública em MT

12/11/2018 - O que o Ideb nos diz?

29/10/2018 - A Democracia não se resume em eleições

23/10/2018 - 30 anos: jovem ou velha?

08/10/2018 - O Brasil que queremos

01/10/2018 - O exemplo do Funajuris

24/09/2018 - Uma boa leitura

03/09/2018 - Aprender, compartilhar e multiplicar

27/08/2018 - Um passo à frente

20/08/2018 - Controle externo é arma da democracia

06/08/2018 - Os chapéus do bisavô

23/07/2018 - Declaração de voto

09/07/2018 - A falta que faz um museu

03/07/2018 - O Papa Francisco está certo

25/06/2018 - Trapalhada bilionária

18/06/2018 - Federalismo traído

29/05/2018 - Factfulness

21/05/2018 - Final feliz para a novela do FEX?

07/05/2018 - A caravana necessária

23/04/2018 - Três inimigos do controle externo

16/04/2018 - A vaga no TCE custou caro

09/04/2018 - Não sou e sou Marielle

26/03/2018 - A vida das crianças

19/03/2018 - Massacre silencioso

12/03/2018 - Revolução perdida, ainda sonhada

05/03/2018 - A porta estreita

26/02/2018 - Consciência cidadã

19/02/2018 - A caça ao jovem negro

15/02/2018 - Carnaval com dinheiro público

05/02/2018 - A vaia no avião

22/01/2018 - Externalidades do controle externo

15/01/2018 - Centenário de um cargo republicano

18/12/2017 - FEX 2019, a esperança é o TCU

04/12/2017 - O bom combate

21/11/2017 - Orgulho gay

13/11/2017 - Pingos nos is

06/11/2017 - A nova lei da adoção

30/10/2017 - A lei do PIB verde

23/10/2017 - Uma PEC para Mato Grosso

16/10/2017 - Seguro para quem?

09/10/2017 - Abaixo a ditadura

02/10/2017 - Minha delação premiada - 1

25/09/2017 - Setembro chegou sem FEX

11/09/2017 - Vencer os sete Nãos

04/09/2017 - Caminho do bem

28/08/2017 - Não é só dinheiro

21/08/2017 - Racismo lá e cá

14/08/2017 - Evangelho e controle externo

07/08/2017 - Contas governamentais

31/07/2017 - Desafio para um orçamento

10/07/2017 - O Brasil precisa saber

03/07/2017 - Revolução

26/06/2017 - BNDES em questão

19/06/2017 - Boas notícias

12/06/2017 - Políticos ou técnicos?

05/06/2017 - Hiroshima em Sinop

29/05/2017 - 47.050 é um número

22/05/2017 - Não renunciarei

15/05/2017 - Macron, o improvável

08/05/2017 - Palavras de esperança

02/05/2017 - Negacionismo (2)

02/05/2017 - 160 anos depois, um livro

17/04/2017 - Concurso para Conselheiro? Já existe!

10/04/2017 - Três cidades, três amores

03/04/2017 - O sarcófago de Djehapimu

27/03/2017 - Ferrovia

20/03/2017 - Negacionismo

13/03/2017 - O craque discreto

06/03/2017 - Machismo repugnante

01/03/2017 - O controle que funciona

20/02/2017 - A hora do CNTC

13/02/2017 - Ombros de gigantes

06/02/2017 - Novos gestores e seus desafios

30/01/2017 - A honestidade como defeito

23/01/2017 - Barbárie compartilhada

09/01/2017 - Natal em Aleppo

19/12/2016 - Os limites do Supremo

12/12/2016 - Incitação ao crime

05/12/2016 - Lágrimas cubanas

28/11/2016 - A solução de sempre

21/11/2016 - O honesto perigoso

07/11/2016 - Cuidar: o verbo dos prefeitos

03/11/2016 - Júlio e Antônio

24/10/2016 - Janus, futebol e (falta de) ética

17/10/2016 - Bom projeto e péssima ideia

10/10/2016 - A PGR errou

03/10/2016 - Hillary

26/09/2016 - O político e o idiota

19/09/2016 - O mistério de Santa Rita

12/09/2016 - Governança e governabilidade

05/09/2016 - Memória

29/08/2016 - Paralimpíadas

23/08/2016 - Coração olímpico

15/08/2016 - Decisão contraditória

18/07/2016 - Vereadores

04/07/2016 - Cinco lições de Muhammad Ali

27/06/2016 - Vexame internacional

20/06/2016 - Direitos humanos, aborto e racismo

06/06/2016 - O sol de Mato Grosso

30/05/2016 - Panela de pressão

23/05/2016 - Cobertor curto

16/05/2016 - Desculpas

09/05/2016 - Contas públicas e de campanhas eleitorais

02/05/2016 - O Dia do Auditor de Controle Externo

25/04/2016 - Integração sul-americana

18/04/2016 - E a vida continua

11/04/2016 - Sobrepreço e superfaturamento

04/04/2016 - O que são crimes de responsabilidade?

28/03/2016 - A professora Hanan

21/03/2016 - Cinco lições da crise

14/03/2016 - A lei é para todos

29/02/2016 - Riscos para a previdência pública

22/02/2016 - Velejar no contravento

15/02/2016 - A antipedagogia das vaias

09/02/2016 - Bloco dos sujos

01/02/2016 - A zika, a socióloga e o aborto

25/01/2016 - Luther King e Shakespeare

18/01/2016 - O crime perfeito

07/01/2016 - Feliz 2026

07/01/2016 - Pedaladas são crime?

07/01/2016 - Personalidades de 2015: 460 famílias

14/12/2015 - Dê ou doe livros

08/12/2015 - Crescimento não é desenvolvimento

30/11/2015 - O clima de Paris

16/11/2015 - Acidente ou crime?

03/11/2015 - Vivam as eleições!

26/10/2015 - Viver é a melhor opção

19/10/2015 - Jimmy Carter e o médico de Kunduz

13/10/2015 - O grande desafio

05/10/2015 - O Fla-Flu do TCU

28/09/2015 - A inevitável renúncia

21/09/2015 - Apertem os cintos

14/09/2015 - Somos todos migrantes

08/09/2015 - Pinóquios versus Datasus

31/08/2015 - Poesia na Praça da Mandioca

24/08/2015 - A escola nambiquara

17/08/2015 - O Brasil tem jeito?

10/08/2015 - O inglês, o ministro e o FEX

03/08/2015 - O caso dos remédios vencidos

27/07/2015 - Contas públicas em tempos de crise

13/07/2015 - BNDES financia o câncer dos brasileiros?

06/07/2015 - Eppur si muove

29/06/2015 - Dieta de carbono

22/06/2015 - Prêmio Nobel para Francisco, Daly e Mia Couto

15/06/2015 - Auditar para o presente e o futuro

08/06/2015 - Menos armas, menos crimes

01/06/2015 - Aborto e adoção

25/05/2015 - Imprensa livre

18/05/2015 - O contador de Auschwitz

11/05/2015 - Aborto e saúde pública

04/05/2015 - Rondon, herói brasileiro

25/04/2015 - O veto, o vetor, o veneno e a vacina

18/04/2015 - Estágio social: uma boa ideia

11/04/2015 - Peregrino da paz

28/03/2015 - Aborto e ciência

21/03/2015 - Tecnologia a serviço da democracia

09/03/2015 - Calote federal

02/03/2015 - A luta dos prefeitos

23/02/2015 - Existem corruptos patriotas?

14/02/2015 - Ouvir estrelas (e cidadãos)

07/02/2015 - Lições das águas

31/01/2015 - Combater o racismo

24/01/2015 - Bagunça orçamentária

10/01/2015 - O ataque terrorista à democracia

03/01/2015 - Ano Novo, vida nova?

27/12/2014 - Boa sorte

20/12/2014 - Como melhorar o controle?

15/12/2014 - 7 x 1 na economia brasileira

09/12/2014 - Viena ou Versalhes?

01/12/2014 - Diagnóstico da saúde pública

24/11/2014 - Assalto à Petrobras

17/11/2014 - O poeta pantaneiro

10/11/2014 - Golpistas fanfarrões

03/11/2014 - Tribunais de Contas: fazer o quê?

28/10/2014 - Qual reforma tributária?

20/10/2014 - Segundo turno

13/10/2014 - Sucateamento da CGU e do IBGE

04/10/2014 - Boa sorte,brasileiros

22/09/2014 - Conselheiros para servir a quem?

15/09/2014 - Escolha de conselheiros dos Tribunais de Contas

15/09/2014 - Colaboração premiada

08/09/2014 - Ideb 2013: retrocesso

01/09/2014 - Caminhos da sustentabilidade

25/08/2014 - Consumo predatório

18/08/2014 - Instituições republicanas

11/08/2014 - O marqueteiro, o bicho-papão e o Papai Noel

04/08/2014 - Quem vai pagar a conta?

28/07/2014 - Ahmed e Yaniv

14/07/2014 - País do futebol

07/07/2014 - Concursados não são santos

30/06/2014 - A lista dos inelegíveis

23/06/2014 - Formalismo ou efetividade?

09/06/2014 - Remédio amargo

02/06/2014 - Ambiente turvo

26/05/2014 - Cidadão mato-grossense

17/05/2014 - Eficiência energética

12/05/2014 - Incentivos fiscais

05/05/2014 - Herança das trevas

28/04/2014 - Municípios e soluções

14/04/2014 - A escolha do ministro do TCU

07/04/2014 - Água é vida

31/03/2014 - Ditadura para distraídos

22/03/2014 - As sandálias de Mujica

15/03/2014 - Alma de poeta

08/03/2014 - Veneno lucrativo

01/03/2014 - Pequenas transgressões

24/02/2014 - Leis que pegam ou não

15/02/2014 - Democracia de luto

25/01/2014 - Três registros positivos

13/01/2014 - Amor aos livros

06/01/2014 - A questão previdenciária

21/12/2013 - Qualidade do gasto público

07/12/2013 - Bioma Amazônia

25/11/2013 - Uma mentira conveniente

11/11/2013 - O atalho das cotas

29/10/2013 - Resultados do controle externo

21/10/2013 - A coragem do "não"

14/10/2013 - Professores

30/09/2013 - O custo do descontrole

23/09/2013 - Salve a ferrovia

16/09/2013 - O poeta da cidade

09/09/2013 - Independência

02/09/2013 - O jogo do Luverdense

26/08/2013 - A janela aberta de Francisco

19/08/2013 - Lição de solidariedade

12/08/2013 - Orçamento impositivo

05/08/2013 - Bala ou bomba?

22/07/2013 - Retrocesso histórico

08/07/2013 - Mandela

01/07/2013 - Fanatismo não tem cura

24/06/2013 - Lição de economia política

19/06/2013 - Licitações sustentáveis

11/06/2013 - A Terra é azul!

03/06/2013 - Auditorias ambientais

27/05/2013 - A nova lei dos substitutos

20/05/2013 - Cooperação inovadora

14/05/2013 - A volta da inflação

16/04/2013 - Ouvir a comunidade escolar

09/04/2013 - Cidadania digital

25/03/2013 - Quando funciona, incomoda

16/02/2013 - Fortalecer o controle interno

14/02/2013 - Auditoria de obras públicas

22/12/2012 - Desafios da gestão municipal

25/10/2012 - Apoio às microempresas

04/07/2012 - Benefícios do controle externo

23/04/2012 - A Constituição inacabada

20/03/2012 - Acessibilidade e obras públicas

13/03/2012 - Mato Grosso e o FPE

15/11/2011 - Marcos da transformação

15/12/2010 - Gestão Ambiental - Novo desafio para os Tribunais de Contas

15/08/2010 - Acessibilidade: requisito da legalidade, legitimidade e economicidade das edificações públicas


Ver todos os artigos
Luiz Henrique Lima

Auditor Substituto de Conselheiro do TCE-MT Graduado em Ciências Econômicas, Especialização em Finanças Corporativas, Mestrado e Doutorado em Planejamento Ambiental, Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia. Perfil