Em 2005, a Prefeitura de Santa Rita teve uma receita de R$ 6,7 milhões realizou despesas de R$ 6,6 milhões, registrando superávit orçamentário. Na manutenção e desenvolvimento do ensino, foi aplicado cerca de R$ 1,8 milhão, correspondendo a 34,85% da receita dos impostos. Em ações e serviços de saúde a gestão municipal aplicou R$ 975 mil, equivalente a 18,63% da receita e cerca de R$ 2 milhões em despesas com pessoal, atingindo o percentual de 34,39% da Receita Corrente Líquida. Em todos esses itens a prefeitura cumpriu os percentuais determinados pela legislação.
Dentre as irregularidades, o conselheiro relator destacou a emissão de dois cheques sem saldo bancário correspondente. Entretanto, o prefeito comprovou a quitação dos cheques e o recolhimento dos encargos decorrentes. Nesse caso, o conselheiro recomendou ao gestor a adoção de controle interno mais eficiente. Quanto as demais irregularidades, tais como divergências entre os dados informados pela prefeitura e os que foram apurados pela Prefeitura, o relator considerou que devem ser também objeto de recomendações. O voto do relator e o parecer do Ministério Público, ambos favoráveis à aprovação das contas, foram acompanhados pelos demais conselheiros presentes à sessão.
